Um homem
riquíssimo estava morrendo. Seu filho estava ao lado dele, junto ao leito
mortuário, e o homem falou:
-“Filho,
segure minha mão”.
Ele a
pegou, enquanto seu pai continuava:
- “Filho,
você está segurando a mão do homem que se tornou o maior dos fracassados dentre
todos os homens deste mundo.”
Seu filho
retrucou:
- “Pai, por
que o senhor fala assim? O senhor é o presidente de uma das maiores empresas,
além de dezenas de outras propriedades. O senhor tem milhares de amigos.”
Então ele
respondeu:
-“Eu vivi
por um tempo e não para a eternidade. Eu não me preparei para o momento
vindouro. Tudo o que eu tenho, eu vou deixar aqui. Para frente está tudo
muito escuro e frio. Onde estão esses tais amigos?”
Logo depois
ele morreu, com um semblante triste.
Conclusão: Costuma-se medir o sucesso de
uma pessoa pelos bens que ela possui. Se os tem em abundância, julga-se ser uma
pessoa bem sucedida. Se não apresenta nenhum patrimônio, logo a taxamos de
fracassada. “O ser humano é como um sopro; seus dias, uma sombra, que passa”
(Sl 144,4).
Fonte:
Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus
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